(Obras de Orlan, Jean Rustin e Peter Joel Witkin)
Estes artistas dão às suas obras uma forma muito diferente do que podemos encontrar nas campanhas publicitárias de hoje em dia.
O corpo se torna questionamento, indo ao contrário do padrão exposto pela mídia. Pode-se ver cicatrizes, tortura, obesidade...
Muitos usam seu próprio corpo de suporte, tornando-o uma superfície de transformações e de criações onde, por exemplo, se submetem á cirurgias de reparação, destruindo um ideal de beleza, ou melhor, fazendo uma bela crítica.
Todo esse trabalho, muitas vezes trazendo espanto aos olhos, ressalta algo muito interessante, a questão de que todos nós somos diferentes e carregamos conosco nossas qualidades e defeitos. Observa-se também o descontentamento que muitas vezes sentimos por não ser igual ao que vemos nas revistas, televisão...
Creio que em uma forma ampla, traz a questão de aceitação, de gostar do que somos, olhar para o espelho e gostar do que se vê.
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Muitos usam seu próprio corpo de suporte, tornando-o uma superfície de transformações e de criações onde, por exemplo, se submetem á cirurgias de reparação, destruindo um ideal de beleza, ou melhor, fazendo uma bela crítica.
Todo esse trabalho, muitas vezes trazendo espanto aos olhos, ressalta algo muito interessante, a questão de que todos nós somos diferentes e carregamos conosco nossas qualidades e defeitos. Observa-se também o descontentamento que muitas vezes sentimos por não ser igual ao que vemos nas revistas, televisão...
Creio que em uma forma ampla, traz a questão de aceitação, de gostar do que somos, olhar para o espelho e gostar do que se vê.
Texto por: Chaiane Zanini da Silva



Perfeito! Ótimo texto e imagens do trabalho de alguns artistas que questionam esse ideal de beleza.
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